Conteúdo


1.- Apresentação
2.- Intervenções de Maria Santíssima pelo mundo
3.- O fio condutor da Revelação Divina que perpassa as Escrituras aponta unicamente para Cristo, o Messias, como o portador da verdade e mediador da salvação oferecida à humanidade pelo Altíssimo
4.- A fonte do ensinamento de Jesus provém unicamente das Sagradas Escrituras
5.- As credenciais de Jesus como sendo o Messias Redentor, o único enviado por Deus
6.- O culto ao Deus único
7.- À sombra do espírito revolucionário
8.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM PARIS, FRANÇA (1830)
9.- As sociedades secretas em contraposição à doutrina do Altíssimo, proclamada por Jesus e pelos antigos profetas de Israel
10.- O conhecimento esotérico praticado pelos sacerdotes de Israel
11.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM GUADALUPE, MÉXICO (1531)
12.- A Gnose, ou o conhecimento secreto
13.- A Gnose relativiza o mal como mera contraparte do bem até inverter-lhes o sentido
14.- NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, BRASIL (1717)
15.- A verdadeira face do “deus” da nova era
16.- O que realmente significa a expressão “idade das trevas”
17.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM QUITO, EQUADOR, (1594)
18.- Alguns atuais vestí­gios da nociva influência das sociedades secretas
19.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM TILLY-SUR-SEULLES, FRANÇA (1896)
20.- O poder oculto no Brasil e suas conexões internacionais
21.- MENSAGENS DE MARIA SANTÍSSIMA EM BEAURAING, BÉLGICA (1932-1933)
22.- O ocultismo/esoterismo da "nova era" e suas estranhas conexões
23.- MENSAGEM DA VIRGEM DO APOCALIPSE EM TRE FONTANE, ROMA (1947)
24.- Martinho Lutero e a Gnose
25.- Comunicações com espíritos e suas contradições
26.- Falsos profetas, falsas doutrinas
27.- O APOCALIPSE DE LA SALETTE: “O CORAÇÃO DAS MENSAGENS DE MARIA” (1846)
28.- Duas igrejas, duas doutrinas
29.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM MONTICHIARI, ITÁLIA (1947-1966)
30.- Luz e trevas na casa do Senhor
31.- O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA
32.- Citações interessantes sobre o terceiro segredo de Fátima
33.- Os insistentes apelos de Irmã Lúcia ao Clero
34.- A VISÃO DO TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA, SEGUNDO IRMÃ LÚCIA, REVELADO PELO VATICANO EM 2000
35.- O misterioso encobrimento do terceiro segredo
36.- O joio cresce lado a lado com o trigo
37.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM AKITA, JAPÃO (1973-1975)
38.- Plano diabólico: como dominar o mundo em três etapas
39.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM CUAPA, NICARÁGUA (1980)
40.- A Instrução Permanente dos Illuminati sobre a fé, a Igreja e o papado
41.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM LOURDES, FRANÇA (1858)
42.- Papa Leão XIII denuncia corajosamente a Maçonaria e demais sociedades secretas
43.- A abominação da desolação no lugar santo?
44.- O plano dos conspiradores para derrubar o papado
45.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM BAYSIDE, QUEENS, NEW YORK, ESTADOS UNIDOS (1970)
46.- Testemunho de um sacerdote brasileiro
47.- A hora e o poder das trevas
48.- MENSAGENS DE MARIA SANTÍSSIMA EM SAN DAMIANO, ITÁLIA (1964)
49.- O poder das trevas acima da lei e dos governos
50.- As raízes da contracultura e a formação da geração pós-cristã
51.- Assumidos sinais de conluio com o mal
52.- MARIA SANTÍSSIMA NA CHINA, DONG-LU (1900 até hoje)
53.- Entretenimento, violência, sexo e lavagem cerebral
54.- Wicca, a eclosão deliberada da feitiçaria e do neo-paganismo
55.- O ateísmo moderno declaradamente anti-cristão
56.- A crise da Igreja e elementos de infiltração da “religião planetária”
57.- A queda dos anjos, segundo o magistério da Igreja Católica e o ensinamento secreto iluminista
58.- MENSAGENS DE MARIA SANTÍSSIMA EM ZEITOUN, EGITO (1968 até hoje)
59.- MENSAGENS DE MARIA SANTÍSSIMA EM LAUS, FRANÇA (1664)
60.- A batalha final
61.- A oração: sublime legado deixado por Jesus à Sua Igreja
62.- A Infinita Misericórdia de Deus
63.- Solicitudes maternais de Maria Santíssima
64.- A comunhão dos Santos
65.- Palavras de Jesus sobre o fim dos tempos
66.- MENSAGENS DE MARIA SANTÍSSIMA EM KIBEHO, RUANDA (1981)
67.- Conclusão

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Para ser adequadamente avaliado em seu contexto, será melhor que o conteúdo do presente estudo
seja lido na sequência em que foi elaborado. Sugerimos que se imprima um tópico por dia e a leitura
seja meditada com tranquilidade, alma desarmada, em espírito de oração e escuta.
 

13.- A Gnose relativiza o mal como mera contraparte do bem até inverter-lhes o sentido

“Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem mal, que tomais as trevas por luz e a luz por trevas, que tendes o amargo por doce e o doce por amargo.” (Is 5,20).

A Santíssima Virgem disse às três crianças: "Vistes o inferno..."

Pastores de Fátima
Em uma visão aterrorizante, a Virgem de Fátima mostra o inferno às crianças e diz: "Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração"

No dia 13 de junho de 1917, Maria Santíssima aparecia pela terceira vez aos três videntes de Fátima revelando-lhes, através de uma pavorosa visão, o que poderíamos interpretar como grave advertência ao relativismo e indiferentismo de nossos tempos sobre a fé e nosso destino espiritual.

É a própria Lúcia quem relata:

Nossa Senhora disse que era preciso rezarem o terço para alcançarem as graças durante o ano. (1)  E continuou:

'Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria'.”

“Ao dizer estas últimas palavras abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados. O reflexo (dos raios de luz) pareceu penetrar a terra, e vimos como que um mar de fogo: mergulhados nesse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. (Deve ter sido ao deparar com esta vista, que dei esse 'ai!', que dizem ter-me ouvido). Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais pastosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.”

“Assustados e como a pedir socorro, levantamos a vista para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza:

— Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior (...)” (2)

* * *

Semelhante ao ensino de Jesus, nas mensagens de Maria Santíssima não existem expressões dúbias e dualistas

Fátima
Maria Santíssima, quando se manifesta em Suas grandes aparições pelo mundo, fala-nos com o vocabulário e a teologia tradicional hebraica-cristã das Escrituras
A despeito da enxurrada de novas e inéditas revelações provenientes das fontes esotéricas da “nova era”, Maria Santíssima, quando se manifesta em Suas grandes aparições pelo mundo, fala-nos com o vocabulário e a teologia tradicional hebraica-cristã das Escrituras.

Nesse vocabulário não há espaço para a doutrina ocultista do “dualismo”. Não existem expressões dúbias como “polaridades negativa e positiva de uma mesma energia cósmica (yin e yang)”, ou então, “o lado negro da força” (“força” que pode muito bem ser interpretada como sendo o “aspecto negativo” do Criador), tão amplamente digeridas pela garotada nos seriados de ficção.

Sem relativismo sobre os conceitos de Bem e Mal

Dualidade
As palavras de Maria são expressas de forma muito bem nítida quando Ela se refere ao que é o Bem e ao que é o Mal

Não existe relativismo entre os conceitos do Bem e do Mal.

O Mal não é um mera energia cósmica que se contrapõe à mesma energia cósmica do Bem e ambas devem estar sempre em equilíbrio para se alcançar a "iluminação".

As palavras de Maria são expressas de forma muito bem nítida quando Ela se refere ao que é o Bem e ao que é o Mal.

Sua linguagem é exatamente a linguagem expressada por Seu Filho há dois mil anos, bem como por todos os antigos profetas. E, posteriormente, pelos mártires do Cristianismo e os santos pais da Igreja.

No entanto, atualmente paira no ar um sopro atenuador sobre a natureza intrínseca do mal. Um sofisma metafísico enganador de que tanto o bem quanto o mal são subjetivos, relativos. Mas para Jesus, os profetas e Maria Santíssima esse subjetivismo e relativismo nunca existiram.

(Cf. 57.- A queda dos anjos, segundo o magistério da Igreja Católica e o ensinamento secreto iluminista).

Não há “atalhos” para “ascensão” ou “divinização” do ser humano senão pela via dolorosa da cruz

Jesus carregando a cruz
Não há neologismos nas mensagens de Maria. Não há “atalhos” para “ascensão” ou “divinização” do ser humano senão pela via dolorosa da cruz, trilhada pelo Seu Filho

Não há neologismos nas mensagens de Maria. Não há “atalhos” para “ascensão” ou “divinização” do ser humano senão pela via dolorosa da cruz, trilhada pelo Seu Filho.

Na terminologia mariana, assim como na terminologia de Jesus e de todos os antigos profetas hebreus, a semântica é exatamente a mesma contida nas Escrituras:

Pecado: transgressão à lei de Deus;
Sacrifício: imolação do Cristo (ou de Seus discípulos) pela remissão do mal do mundo;
Conversão: aceitação ao Cristo como único redentor, através de uma continuada transformação interior pela Fé, alimentada na oração, vivenciada na conduta reta e na caridade que floresce a partir do amor a Deus sobre todas as coisas;
Inferno: dimensão espiritual destinada àqueles que se obstinam conscientemente na prática do mal e, deliberada e voluntariamente, preferem renegar os instrumentos de misericórdia oferecidos por Deus, através de Cristo;
Paraíso: morada espiritual dos justos;
Perdão: o amor de Deus que apaga todos os pecados, a partir do verdadeiro arrependimento e conseqüente reconciliação por parte da criatura face o Criador;
Justiça: A suprema virtude de Deus que consiste em dar recompensa ou punição a cada um, segundo suas obras e merecimento;
Penitência: ato ou atitude de privação ou abnegação que uma pessoa impõe a si mesma em arrependimento por haver ofendido a Deus;
Jejum: Abstinência ou redução de alimentos em certos dias por penitência e fortalecimento espiritual;
Misericórdia: a graça do infinito amor de Deus que perdoa e oferece incontáveis oportunidades para a reconciliação da criatura.

Na terminologia de Jesus, dos verdadeiros profetas e de Maria Santíssima (através de Suas mensagens contemporâneas), a batalha espiritual que se opera no mundo atualmente se dá através do Cristo e também pelo testemunho de Seus discípulos, em oposição à mentira incutida nas mentes e corações pelo arcanjo caído, a “velha serpente”, Satanás, o adversário, o “príncipe deste mundo”.

"E, os que estão junto do caminho são aqueles em quem a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás e tira a palavra que foi semeada nos seus corações." (Mc 4,15).

E como Satanás tira a palavra verdadeiramente divina que foi semeada? Tira através do engodo em apresentar a sua mentira como verdade. (Cf. 57.- A queda dos anjos, segundo o magistério da Igreja Católica e o ensinamento secreto iluminista).

Jesus e Maria como pedras de tropeço para a mentalidade secular, desviada de Deus

Jesus e Maria
A mentalidade secular, desviada de Deus, rejeita a mensagem de Jesus e Maria

Por adotar em Suas mensagens essa continuidade de princípios que remontam ao Antigo Testamento, Maria (e também Jesus) tornam-se pedra de tropeço para a mentalidade secular, desviada de Deus.

Afinal, a crença em um ser cósmico e espiritual maligno —ou adversário, no dizer do Messias e rebelado ao plano de Deus, também já foi subjetivizada e banida há muito, por não ter lugar na objetividade da nossa era de tecnologia e modernidade.

Ou, no mínimo, a crença no agente do mal é vista como uma invenção da Igreja para manipular consciências ingênuas, através de dogmas ultrapassados ou teologias “que não condizem racionalmente com a justiça e a soberania absoluta de Deus”.

As Escrituras referem-se a um ser cósmico rebelado catalisador e polarizador do mal, da astúcia e do engano denominado “dragão”, “antiga serpente”

Lúcifer
"Eu vi Satanás, como raio, cair do céu."(Lc 10,18)

Mas, apesar de toda esmagadora argumentação racional contrária à existência do “inimigo” (Mt 13:25), do “príncipe deste mundo” (Jo 16:11), constatamos nas Escrituras Sagradas —isto é, conforme a genuína Revelação Divina dada aos homens através do Cristo e de Seus profetas— a existência, a personificação e a influência do mal como fatos objetivos e concretos.

Referindo-se a Seus discípulos da ascendência de Seu poder divino sobre o ser ao qual Ele denomina adversário, o próprio Jesus enfatiza de maneira bem clara e incisiva:

"Eu vi Satanás, como raio, cair do céu."(Lc 10,18).

E também as Escrituras mostram que este ser cósmico rebelado catalisador e polarizador do mal, da astúcia e do engano denominado “dragão” (Is 27:1, Ap 12:3ss), “antiga serpente” (Gn 3:1-2, Ap 20:2), logo no início da missão do Cristo, nas agruras de Sua solidão no deserto procura sondar-Lhe o íntimo, de modo bem objetivo:

"Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo." (Mt 4,1).

"Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares"

Tentação
"E (satã) disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares." (Mt 4,9)

Modernas teologias baseadas no simbolismo e na psicologia interpretam a tentação e o diabo como meros conflitos psicológicos de Jesus com a Sua própria natureza humana.

Mas lá, no deserto, desencadeia-se uma série de eventos e um decisivo diálogo (e não monólogo) que se estabelece entre o Cristo e o adversário.

O cerne da questão desse encontro está na escolha, por parte do Messias, em decidir pelo poder da terra ou pelo poder do Céu.

"E (Satanás) disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares." (Mt 4,9).

(Cf. 15.- A verdadeira face do “deus” da nova era e também
57.- A queda dos anjos, segundo o magistério da Igreja Católica e o ensinamento secreto iluminista).

Ausentou-se dele por algum tempo

Torah
Vê-se que o inimigo se vale de um arrojado, confrontador e astuciosíssimo jogo de sofismas que tem por nítido objetivo sondar e confundir Jesus

Por mais figurativo que possamos interpretar esse diálogo entre Jesus e o adversário, a seguinte passagem, que revela sua presença e força de atuação, chega a ser constrangedora:

"E, acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo." (Lc 4,13).

Na verdade, a tentação foi uma sugestão maliciosa e demoníaca para confundir e colocar a do Messias em xeque.

O adversário insinua:

“Porque está escrito...” (Mt 4 : 6)

Porém, Jesus contra-argumenta:

“Mas também está escrito...” (Mt 4 : 7)

Vê-se que o inimigo se vale de um arrojado, confrontador e astuciosíssimo jogo de sofismas que tem por nítido objetivo sondar e confundir Jesus através das próprias Escrituras Sagradas.

Pouco criativa, a tática é sempre a mesma: seduzir, inoculando confusão no discernimento entre os princípios de certo e errado, bem e mal, divino e humano, luz e sombras, etc.

Ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele

Há nas Escrituras inúmeras passagens onde fica bem estabelecida a antítese metafísica entre o bem e o mal, entre o embate cósmico dos anjos de Deus e os anjos das trevas:

"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." (Ap 12,9).

(Cf. 57.- A queda dos anjos, segundo o magistério da Igreja Católica e o ensinamento secreto iluminista).

"Como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te"

Revelação
Ao apóstolo João, no livro das revelações Jesus declara que vomitará os "mornos", aqueles que não são frios nem quentes

Em toda a doutrina do Altíssimo, não existe a menor possibilidade de conluio entre o bem e o mal.

O limite é determinantemente definido.

Aliás, não há espaço para a postura dúbia, “politicamente correta” ou, no dizer das Escrituras, não há lugar para “mornos”:

“Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.” (Ap 3,15-16)

Por isso a doutrina do Altíssimo é incompatível com a "cultura de morte" da religião planetária da "nova era", onde a eugenia inúmeras vezes é apontada para a solução dos problemas do homem no mundo ( cf. 16.- O que realmente significa a expressão “idade das trevas”).

E o diabo, que os enganava

São Miguel arcanjo
Na batalha final do Cristo e do anticristo, não há a menor possibilidade de acordo, harmonia ou equilíbrio entre o Bem e o Mal

Na batalha final do Cristo e do anticristo, não há a menor possibilidade de acordo, harmonia ou equilíbrio (jargões muito usados hoje em dia pelos adeptos da “religião planetária”) entre o Bem e o Mal:

"E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre" (Ap 20,10).

Se estivermos acompanhando com atenção e clareza o foco do presente estudo, começamos agora a perceber em nossos tempos uma influência sub-reptícia, que ninguém percebe claramente, mas que é conseqüência de uma salada de idolatria e reavivamento de milenares doutrinas e cultos pagãos que começam a dominar e predominar sobre o inconsciente das massas de todas as camadas sociais e culturais.

(Cf. 28.- Duas igrejas, duas doutrinas).

A sutileza da idéia da não existência metafísica do mal

Yang ying
As doutrinas da "nova era" propõem impossível equilíbrio entre as forças do bem e do mal

Disfarçados em inocentes clichês de modernidade aparecem como conceitos veiculados por todo tipo de mídia, sendo gradativamente assimilados pelas últimas gerações.

E o que prevalece na verdade é a sutileza da idéia da não existência metafísica do mal. Ou seja, a relativização de sua realidade como uma simples contraparte do bem.

Nesse falso contexto, filosoficamente, não é necessário negar ou opor-se total e terminantemente ao mal —já que é uma contraparte imanente de nós mesmos, imanente nos outros e também na própria natureza. Nem é necessário combatê-lo com a devida veemência e determinação. Podemos ser mais condescendentes... Afinal, o mal representa apenas a contraparte não evolvida (não evoluída) de nós mesmos. Com o tempo, através dos mecanismos da evolução, nós mesmos nos redimiremos do mal. Através do conhecimento alcançaremos pelo nosso próprio esforço a iluminação e a luz maior.

“Se entregou para resgate de todos”

Jesus lava os pés dos discípulos
“Se entregou para resgate de todos.” (1Tm 2, 4-6)

Mas a Revelação Divina não propõe essa “auto-redenção” da Gnose, mas unicamente através do prometido Messias que “se entregou para resgate de todos.” (1Tm 2, 4-6). 

Como vimos, os sacerdotes de Israel ao tempo de Jesus supostamente representavam o papel de homens de Deus. No entanto, não tinham mais “olhos de ver” nem “ouvidos de ouvir”. Estavam “cegos ao meio-dia” (Is 59: 10).

A doutrina esotérica já lhes tinha invertido totalmente o conhecimento e a fé a ponto de não mais reconhecerem o Enviado de Deus.

"Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira"

Pai da mentira
"Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele" (Jo: 8, 43-46)
Por esse motivo, queixosamente, interrogou-lhes Jesus:

“Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas, porque vos digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes? Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.” (Jo: 8, 43-46).

Por incrível que possa parecer, condicionada e desviada pela mentira de suas tradições esotéricas, a alta hierarquia sacerdotal do "povo eleito", do qual emergia o Redentor do mundo, não foi capaz de acolher seu Messias prometido.

"Não vos deixeis enganar por qualquer espécie de doutrina estranha

O apóstolo Paulo, atento à infiltração gnóstica já no início do Cristianismo primitivo, alerta aos incautos caçadores de novidades espirituais:

“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e por toda a eternidade. Não vos deixeis enganar por qualquer espécie de doutrina estranha.” (Hb 13, 8-9).

O mesmo Paulo, antevendo as agruras de seu testemunho em Jerusalém e, posteriormente, seu martírio em Roma, de Mileto alerta os anciãos da igreja de Éfeso:

"Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos" (At 20,28-30).

"Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome, a esse já o receberíeis"

Jesus expulsa mercadores do Templo
“Vós, porém, não quereis vir a mim, para terdes a vida! Eu não ando à procura de receber glória dos homens; a vós já vos conheço, e sei que não há em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome, a esse já o receberíeis" (Jo 5,31-47
A Gnose, ou conhecimento esotérico, com suas sutilezas doutrinárias e práticas próprias, gradativamente cega o discernimento espiritual de seus adeptos, levando-os ao total afastamento e conseqüente negação do Deus único e verdadeiro, conforme se vê nesse lamento de Jesus dirigido aos sacerdotes e anciãos de Seu tempo:

“Vós, porém, não quereis vir a mim, para terdes a vida! Eu não ando à procura de receber glória dos homens; a vós já vos conheço, e sei que não há em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome, a esse já o receberíeis. Como vos é possível acreditar, se andais à procura da glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único? Não penseis que Eu vos vou acusar diante do Pai; há quem vos acuse: é Moisés, em quem continuais a pôr a vossa esperança. De fato, se acreditásseis em Moisés, talvez acreditásseis em mim, porque ele escreveu a meu respeito. Mas, se vós não acreditais nos seus escritos, como haveis de acreditar nas minhas palavras?” (Jo 5, 31-47).

Mais tarde, o ex-fariseu Saulo de Tarso, agora convertido e tornado Paulo apóstolo, referindo-Se ao legítimo sacerdócio de Cristo que, a partir de então, suplantava o sacerdócio constituído segundo a Antiga Aliança, concluiria:

"Está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18).

De fato, essa conclusão era insustentável para o clero de Israel.

O Mestre, ao alertar os discípulos sobre o “fermento” doutrinário dos fariseus, inclui também o fermento de Herodes

Herodes Agripa I
Jesus alertava os discípulos sobre o "fermento" doutrinário dos fariseus e também o de Herodes
E aqui fica evidente que nem mesmo em Moisés (que estabelecera aos israelitas a essência da verdadeira Lei de Deus) os sacerdotes acreditavam mais, devido à cegueira resultante da inversão doutrinária já completamente assimilada na “tradição” (que de fato se formalizou doutrinalmente como Cabala) de suas práticas secretas.

Mas há ainda um alerta de Jesus que, no contexto desse nosso estudo, torna-se de grande relevância. Notemos que o Mestre, ao alertar os discípulos sobre o “fermento” doutrinário dos fariseus, inclui também o fermento de Herodes:

"E ordenou-lhes, dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes" (Mc 8:15).

Nessa admoestação Nosso Senhor deixa claro que o nocivo fermento dos fariseus é o mesmo de Herodes Antipas, filho de Herodes, o Grande, que ordenara degolar todos os inocentes de Belém na tentativa de matar Jesus (Lc 9,16). Considerando essa afirmação do Mestre, não é lógico deduzir que havia uma cumplicidade, uma espécie de ligação ou aliança maligna mantida entre eles, unificando-os em interesses e objetivos comuns?

“Ide, e dizei àquela raposa: Eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado"

Salomé
“E disse Herodes: A João mandei eu degolar; quem é, pois, este de quem ouço dizer tais coisas? E procurava vê-lo” (Lc 9,9)

Uma outra passagem do Evangelho de Lucas nos conduz ao sombrio esgueirar das trevas rastreando a pessoa de Jesus, na pessoa de Herodes, que demonstrava um fingido interesse em conhecê-lO: “E disse Herodes: A João mandei eu degolar; quem é, pois, este de quem ouço dizer tais coisas? E procurava vê-lo”. (Lc 9,9).

Explícito é o recado que Jesus manda a Herodes, confirmando Sua condição de Messias, e desassombradamente classifica o soberano de “raposa”, equiparando-o a um animal predador.

Em seguida, Nosso Senhor refere-se a Jerusalém, que mata os profetas e apedreja os enviados de Deus. E num lancinante lamento, prevê os dias de angústia que sobreviriam sobre seu povo:

“Naquele mesmo dia chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, e retira-te daqui, porque Herodes quer matar-te. E respondeu-lhes:
“Ide, e dizei àquela raposa: Eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado. Importa, porém, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte, para que não suceda que morra um profeta fora de Jerusalém. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste? Eis que a vossa casa se vos deixará deserta. E em verdade vos digo que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor” (Lc 13,31-35).

Estaria claro, portanto, que o Verbo de Deus, na pessoa de Jesus Cristo, ao proclamar o advento do Reino de Deus, simultaneamente combatia enérgica e abertamente a “doutrina secreta” dos fariseus, dos saduceus e de Herodes Antipas.

A publicação do antigo manuscrito hebraico

Manuscrito hebreu
O manuscrito hebreu revela que a Franco Maçonaria, foi fundada pelo Rei Herodes Agripa, neto de Herodes I, o Grande, e filho de Herodes Antipas, a quem Jesus denominou “raposa”

A conspiração e as ciladas armadas em conluio entre fariseus e herodianos para confundir e combater Jesus são evidentes em algumas passagens das Escrituras, quando, por exemplo, tentam colocar Nosso Senhor em xeque diante do poder terreno:

"Reuniram-se então os fariseus para deliberar entre si sobre a maneira de surpreender Jesus nas suas próprias palavras. Enviaram seus discípulos com os herodianos, que lhe disseram: Mestre, sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus em toda a verdade, sem te preocupares com ninguém, porque não olhas para a aparência dos homens. Dize-nos, pois, o que te parece: É permitido ou não pagar o imposto a César?" (Mt 22,15-17)

Ou ainda:

"Enviaram-lhe alguns fariseus e herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra" (Mc 12,13).

Ou então, conspirando deliberadamente a melhor forma de matá-lO:

"Saindo os fariseus dali, deliberaram logo com os herodianos como o haviam de perder" (Mc 3,6).

Portanto, a conclusão de que Jesus combatia a doutrina secreta que fariseus e herodianos comutavam —e que os cegava e os tornava "guias de cegos"— poderia ser apenas uma conjeturação banal nos dias de hoje, se não houvesse um incômodo descobrimento ocorrido em 1868.

Um livro raro, que contém a tradução de um antigo manuscrito hebraico, traz a revelação de que a mais popular e a mais influente de todas as sociedades secretas, a Franco Maçonaria, foi fundada pelo Rei Herodes Agripa, neto de Herodes I, o Grande, e filho de Herodes Antipas, a quem Jesus denominou “raposa”.

Segundo esse manuscrito, por sugestão de Hiram Abiud, seu conselheiro, com a anuência de Moab Levy, Adoniram, Johanan, Jacob Abdon, Antipas, Solomon Aberon, e Ashad Abia no ano de 43, formalizou-se uma sociedade secreta cujo nome original era a “Força Misteriosa”. Todos os seus membros pertenciam ao Judaísmo.

Esse manuscrito é pouco conhecido até mesmo pela esmagadora maioria dos maçons, que é bem intencionada, altruísta e de boa índole —não nos esqueçamos disso.

Aliás, sobre as remotas origens históricas de sua própria sociedade os maçons nada tem de concreto senão especulações. Cada rito, ou mesmo cada loja, oferecem uma história diferente e vaga sobre suas verdadeiras raízes históricas.

História da origem da Maçonaria, segundo o manuscrito hebreu

Constituição maçônica
Anderson publicou em 1723 as Constituições dos Maçons. Seu nome não aparece na capa, mas sua autoria é declarada em um apêndice. As Constituições foram editadas e reimpressas por Benjamin Franklin, também maçom, em Filadélfia, no ano de 1734, tornando-se o primeiro livro impresso na América maçônica

Acredita-se, geralmente, que a Franco-Maçonaria moderna tenha sido criada em 1717 quando a sua Grande Loja da Inglaterra foi estabelecida.

Acredita-se, além disso, que foi o Dr. James Anderson quem escreveu as suas “Novas Constituições”. (Vide, por exemplo, Paul A Fisher, Behind the Lodge Door, Shield Publishing, Inc., P. O Box 90181, Washington D.C. 20090, p. 24).

Realmente o novo nome foi adotado em 1717, mas o verdadeiro fundador da Franco-Maçonaria não foi Anderson.

A história verdadeira está baseada nesse raro manuscrito escrito no idioma hebraico que conta as minutas das reuniões dos fundadores originais da Maçonaria.

Portanto, esse documento revela claramente os reais motivos e intenções da fundação dessa associação que, desde seu nascimento, tem por norma basilar contrariar a recomendação exotérica de Cristo de se "colocar a luz sobre o candeeiro" (Mt 5,15, Mc 4,21), para ao contrário, colocá-la "sob o alqueire", para então poder agir esotericamente sob o véu do segredo e da dissimulação.

A cópia do manuscrito hebreu foi roubada por Desaguliers, o fundador da moderna Maçonaria, após este ter assassinado o judeu Joseph Levy, um de seus legítimos herdeiros

John Theophilus ou Jean Théophile Desaguliers (La Rochelle, 13 de Março de 1683 - Londres, 29 de Fevereiro de 1744)

Esse manuscrito foi transmitido pelos nove fundadores somente aos seus descendentes diretos. Uma das cópias do original hebreu foi passado de Moab Levy, um dos fundadores, a Joseph Levy no século XVII.

Entretanto, a cópia de Joseph Levy foi roubada por Desaguliers, o fundador da moderna Maçonaria, após este tê-lo assassinado.

O filho de Joseph, Abraham Levy morreu de tuberculose dois anos após o seu casamento com Esther.

Esther se casou novamente, com Abraham Abiud que era um descendente direto de Hiram Abiud, outro fundador da antiga Associação Maçônica.

Abraham Abiud possuía a outra cópia do manuscrito original. A sua filha única, também chamada Esther, foi casada com Samuel Lawrence. Seu filho Jonas Lawrence teve um filho de nome Samuel da primeira esposa, porém mais tarde casou-se com Janet, uma cristã protestante e também se converteu ao Cristianismo.

Jonas Lawrence assassinado devido a sua conversão ao Cristianismo e por sua posse ilegal da história

Este único manuscrito foi entregue a Jonas que expressou o desejo de publicá-lo. Porém Jonas foi assassinado devido a sua conversão ao Cristianismo e também por sua posse ilegal da história, uma vez que não era um descendente direto da família Levy.

O desejo de Jonas não se concretizou até que o seu bisneto, Lawrence G. S. Lawrence, nascido em 1868, também protestante, traduziu a história do manuscrito hebreu para o inglês.

Nesta tradução, Sr. Lawrence - o último descendente do proprietário da história (o manuscrito hebreu) - adotou o título: A Dissipação da Escuridão, a Origem da Maçonaria. (3)

História do Manuscrito Hebraico narrada pelo próprio Lawrence G.S. Lawrence

Grande Loja Maçônica da Inglaterra
A primeira federação que reuniu as Lojas maçônicas sob uma obediência coletiva institucional, foi a Grande Loja de Londres, fundada em 24 de junho de 1717

A História do Manuscrito Hebraico é narrada nas palavras do próprio Lawrence G.S. Lawrence:

“E eu, Lawrence, filho de George, que foi filho de Samuel, filho de Jonas, filho de Samuel Lawrence, de origem russa, o último descendente dos descendentes de um dos proprietários da História (o próprio manuscrito), digo que: Eu herdei de meu pai um manuscrito composto por nossos ancestrais na língua hebraica e traduzido por um deles para a língua russa.

“Um outro deles traduziu para o inglês. (pág. 18). Nosso ancestral, Jonas Lawrence, introduziu no manuscrito uma série de eventos; esta História, portanto, foi produzida por ele e seus ancestrais. Jonas Lawrence rearranjou-a e dividiu-a em duas seções. Era o seu desejo publicá-la, mas vários obstáculos o impediram: a saúde, situação financeira, e eventos políticos. Ele e sua esposa Janet, conceberam a idéia de publicarem a história; mas ao se encontrarem incapacitados de assim fazerem, eles designaram a sua publicação ao seu filho, o meu avô, Samuel.

“Jonas faleceu sem ter visto o seu tão desejado empreendimento ser concretizado (pág. 18). Meu avô, Samuel, o filho de  Jonas Lawrence, e que era o filho de Samuel Lawrence, aqui dirige as suas palavras para o seu filho, George, que era meu pai.

Sucessivos herdeiros desta história desde a renovação da Associação A Força Misteriosa

“Samuel assim disse ao seu filho, George: – Filho: Aqui você vê estas introduções encabeçadas por uma lista de nomes. Estes nomes correspondem aos sucessivos herdeiros desta história desde a renovação da Associação (A Força Misteriosa) onde esta mudou o seu nome para “Franco-Maçonaria”.

Joseph Levy concebeu a idéia de alterar o nome da associação para Franco-Maçonaria e de reformar os seus estatutos

“Nelas está incluída: Joseph Levy. (pág. 19) – Joseph Levy é um dos renovadores da associação. Ele é judeu e herdeiro da história desses antigos ancestrais que, por sua vez, a herdaram de MOAB LEVY, um dos nove fundadores originais. – Foi o nosso ancestral, Joseph Levy, quem concebeu a idéia de alterar o nome da associação (A Força Misteriosa) para Franco-Maçonaria e de reformar os seus estatutos. – Aqui você tem todos os detalhes: Ele foi enviado para Londres, juntamente com o seu filho, Abraham (Abrahão) e um outro amigo que se chamava Abraham Abiud, todos judeus, descendentes dos herdeiros da história e muito bem financiados.

“Eles se esforçaram para entrarem numa outra cidade, e não tiveram sucesso, então rumaram para Londres. Alí eles se encotraram com duas pessoas muito influentes e de grande conhecimento que lhes serviriam como elementos apropriados para realizarem os seus propósitos. Essas pessoas são/eram: John Theophilus Desaguliers e um companheiro seu chamado George (o sobrenome é desconhecido pelo proprietário do documento) (pág. 19).

Os novos estatutos passam a atrair membros e a sociedade começa a crescer

“Após ter estreitado os laços de amizade entre eles. Joseph Levy revelou o nome da associação: “A Força Misteriosa”, e relatou aos seus dois amigos, em sintese e discrição, algumas partes da história, escondendo deles os segredos fundamentais. Eles também tornaram conhecido a eles dois que por um longo tempo a associação estava inativa, quase morta, e que necessitava, para a sua renovação e reforma de seus estatutos, a alteração de seu nome de tal modo que os novos estatutos poderiam atrair muitos membros. E assim pudesse crescer (pág. 19)

Uma expressão adequada dos antigos símbolos e sinais utilizados na associação Força Misteriosa

Símbolos maçônicos
Símbolos maçônicos preservam uma expressão adequada dos antigos simbolos e sinais utilizados na associação A Força Misteriosa

“Com muita eloqüência e esperteza, Joseph Levy foi bem sucedido em convencer os seus dois amigos John Desaguliers e George da necessidade de reviverem a associação.

Tendo alcançado este sucesso inicial eles se separaram com a condição de que se encontrariam novamente, e que cada um deles deveria trazer três nomes apropriados para a associação, de onde um nome específico sairia. 

O próximo encontro se deu dez dias depois. Cada um deles apresentou um nome sendo que o nome aprovado foi aquele proposto por Joseph Levy: FRANCO MAÇONARIA (FREEMASONRY em inglês).

“Era o dia 25 de agosto de 1716. (pág. 20) Abraham (Abrahão), filho de Joseph Levy, e que foi testemunha dessas duas seções, disse: Este nome teve a preferência, em vez dos outros dois nomes propostos, por duas razões. Primeiro, porque é o mesmo nome que os antigos arquitetos adotaram no século XVIII: Pedreiros Livres (Freemasons em inglês). E segundo, porque é uma expressão adequada dos antigos símbolos e sinais utilizados na associação A Força Misteriosa (The Mysterious Force); símbolos esses que pertenceram a construção e a arquitetura, propostos por Hiram Abiud, um dos fundadores, com o propósito de ocultar a origem da Associação, atribuindo a ela a épocas anteriores a J. (Jesus Cristo) (pág.20). John Theophilus Desaguliers aprovou as palavras de meu pai, acrescentado: "Em terceiro lugar, os arquitetos de hoje em dia e construtores, possuem associações, sindicatos e lojas, onde eles se reúnem para fortalecerem e dignificarem as suas profissões.

Um espesso véu sobre os segredos da origem de sua fundação

“Portanto, com este nome (Franco-Maçonaria), nós podemos nos reunir, todos, em uma única associação, sem que ninguém saiba de nossos propósitos. E, em quarto lugar, estes dois nomes, Maçonaria (ou Masonry que em inglês significa construção, obra de alvenaria) e Maçom (ou Mason que em inglês significa pedreiro) são encontradas desde a antiguidade,  e serão um espesso véu sobre os segredos da origem de sua fundação; e, além disso, sem dúvida alguma, irão aumentar o prestígio da Associação” (pág. 20).

“Nosso ancestral, Abraham Levy, antes de sua morte, acrescentou: 'Desaguliers especificou que àquelas pessoas que se juntassem às lojas antes de 1717 em Londres seriam Maçons, no sentido de que eram engenheiros, arquitetos, construtores, e aprendizes (no sentido de ajudantes de pedreiro), mas não teriam conexão com a Associação, A Força Misteriosa, que deu o verdadeiro inicio da Maçonaria'” (pág. 20).

Ocultando a origem e os verdadeiros propósitos da associação

“Para este propósito cinco homens se encontraram/reuniram: Joseph Levy, John Desaguliers, e os companheiros mencionados acima e eles aprovaram o acréscimo do termo Livre ou Franco ("Free") assim inequivocadamente ocultando a data da fundação do resto das pessoas em geral e dos membros e associados em particular (pp. 20-21). John Desaguliers e seu companheiro começaram a exigir que Joseph Levy lhes mostrasse a história.

“Levy os fez saberem que a história havia sido traduzida para a lingua inglesa, e que três dos manuscritos que haviam sido herdados haviam se perdido recentemente, quatro dos manuscritos haviam se perdido havia muito tempo atrás, e que  prestaram apenas a sua própria cópia e uma outra. (Nota: a outra cópia era o manuscrito de Abraham Abiud. É deste manuscrito que temos a tradução nas mãos.)

Em 10 de março de 1717 eles convidaram diversos arquitetos e conhecidos em reunião presidida por James Anderson

James Anderson
James Anderson, autor da constituição maçônica. O verdadeiro propósito era a renovação da antiga Associação Força Misteriosa

“Tais declarações deixaram Desaguliers e George extremamente excitados, o motivo pelo qual eles insistiam tanto na necessidade de uma cópia apropriada era que seria mais fácil para eles formularem um novo estatuto. Eles se mostraram tão fiéis aos princípios, desejos e doutrinas de Joseph Levy que foram bem sucedidos em convencê-lo a lhes entregar uma cópia do manuscrito. Passou-se um tempo no qual eles leram o manuscrito por completo (pág. 21).

“Os cinco se encontraram novamente e decidiram convocar alguns amigos sob o pretexto de estabelecerem uma “Associação Unitiva”. O verdadeiro propósito era a renovação da Associação Força Misteriosa (The Mysterious Force), a sua ressureição com o novo nome que foi acordado pelos cinco e também a restauração da primeira loja a Loja Principal de Jerusalém. E Joseph Levy assim desejou também (pág. 21).

“Em 10 de março de 1717 eles convidaram diversos arquitetos e conhecidos. Os convidados foram presididos por um homem sábio chamado Dr. James Anderson, (vide Constituição de Anderson) e que era amigo de John Desaguliers. Após longas discussões eles chegaram a um acordo e indicaram a data de 24 de junho de 1717 para realizarem um grande encontro (pág. 21).

A criação da Grande Loja da Inglaterra

Constituição de Anderson
No encontro de 24 de junho de 1717 eles concordaram em criar a Grande Loja da Inglaterra

“Entrementes Joseph Levy preparava o seu filho, Abraham Levy, para os grandes eventos do futuro. Dias depois Abraham Levy viajou para Portugal acompanhado de Abraham Abiud, seu parente. Este último era descendente de Hiram Abiud, um dos fundadores originais, e proprietário desta cópia (pág. 21-22).

“Entre as datas de 10 de março e 24 junho de 1717 um grande conflito se iniciou entre Joseph Levy e John Desaguliers e George, por causa de sua recusa em devolverem a cópia do manuscrito.

“Em 24 de junho de 1717, no dia do encontro, a maioria estava do lado de John Desaguliers e de James Anderson; e como resultado ambos conspiraram contra Joseph Levy, assassinando-o e roubando-lhe todos os seus papéis, inclusive a acima citada cópia do manuscrito em hebraico (pág. 22).

“No encontro de 24 de junho de 1717  eles concordaram em criar a Grande Loja da Inglaterra. Aqui é necessário mencionar os nomes dos sucessivos herdeiros da História, desde nosso ancestral, Joseph Levy, o renovador da Associação, até chegar a mim, Lawrence.

Moab Levy, o primeiro ancestral e um dos nove fundadores da Associação, a Força Misteriosa

Fariseus
Segundo o manuscrito hebreu, por sugestão de Hiram Abiud, seu conselheiro, com a anuência de Moab Levy, Adoniram, Johanan, Jacob Abdon, Herodes Antipas, Solomon Aberon, e Ashad Abia no ano de 43, formalizou-se uma sociedade secreta cujo nome original era a “Força Misteriosa”. Todos os seus membros pertenciam ao Judaísmo e dessa associação originou-se a moderna Maçonaria

“Joseph Levy era filho de Nathan, que era o filho de Abraham, Abraham o filho de Jacob, Jacob o filho de Nathan, Nathan o filho de Jacob, que foi o filho de Isaac, Isaac que era filho de  Moab, Moab o filho de Rafael, etc., etc. até chegar em Moab Levy, o primeiro ancestral e um dos nove fundadores da Associação, A Força Misteriosa (pp. 22-23).
1. Joseph Levy, judeu, 1665-1717
2. Abraham, filho de Joseph Levy, judeu, 1685 - 1718
3. Nathan, filho de Abraham Levy, judeu, 1717 - 1810
4. Esther, filha de Nathan Levy, judeu, 1753 – 1793
5.  Samuel Lawrence, marido de Esther, judeu, 1742 - 1795
6. Jonas (filho de Samuel e Esther), convertido para o Cristianismo com o novo nome de James, 1775 - 1825
7. Janet, filha de John Lincoln, Cristão Protestante, 1785 - 1854
8. Samuel, filho de Jonas e Janet (Madrasta), Cristão Protestante ,1807 - 1883
9. George, filho de Samuel Lawrence, Cristão Protestante, 1840 - 1884 (pág. 23).

Foi Desaguliers quem acreditou neles e quem ditou os seus temas fundamentais e idéias básicas

“John Theophilus Desaguliers, nascido em 12 de março de 1683, e falecido no ano de 1742, era o único homem que se destacou pelo seu fervoroso zelo na revitalização da Associação no início do século XVIII. Ele mereceu o título de “Pai da Nova Maçonaria”. A existência da Grande Loja da Inglaterra foi devido ao seu próprio esforço (pág.41).

“Embora a indicação do nome de James Anderson como sendo aquele que estabeleceu a primeira edição dos estatutos fundamentais da nova Maçonaria, o seu criador e observador original foi John Theophilus Desaguliers. Se James Anderson as compôs, foi Desaguliers quem acreditou neles e foi quem ditou os seus temas fundamentais e idéias básicas  (pág. 41). (4)

Nas minutas originais ódio juramentado a Jesus e obstinado pacto em lutar pela preservação da religião judaica

Simbolismo maçônico
Atestam as minutas originais que os membros da associação tomariam por dever de honra preservar essa doutrina recebida de seus antepassados até o fim dos tempos

Nas minutas originais dessa associação declara-se o ódio absoluto e obscecado a Jesus, a negação de Sua condição messiânica, ao não reconhecimento de nenhum ponto doutrinário de Seu Evangelho, senão um obstinado pacto em lutar pela preservação da religião judaica.

Mas como vimos, o objetivo não seria apenas preservar a religião judaica em sua pureza doutrinária, conforme transmitida pela Revelação Divina através de Seus profetas. Esses opositores do Cristo já nem sequer acreditavam nos próprios profetas, conforme Jesus mesmo acusava a Seu tempo. O empenho seria preservá-la sim, mas enxertada com “fermento” e “tradição” meramente humanos e distorcidos. Mas sobretudo denegrir a imagem de Jesus e Seu Evangelho e laborar ocultamente pela supremacia judaica farisaica.

Atestam as minutas originais que eles tomariam por dever de honra preservar essa doutrina recebida de seus antepassados até o fim dos tempos.

O manuscrito hebreu tornou-se o mais famigerado documento do próprio farisaísmo

O manuscrito hebreu tornou-se o mais famigerado documento do próprio farisaísmo, cujo testamento é a perpetuação de seus ocultos e obstinados propósitos em repudiar Jesus Cristo e negá-lO definitivamente como sendo o prometido Messias de Israel
O manuscrito hebreu, portanto, tornou-se o mais famigerado documento do próprio farisaísmo, cujo testamento é a perpetuação de seus ocultos e obstinados propósitos em repudiar Jesus Cristo e negá-lO definitivamente como sendo o prometido Messias de Israel.

E assim nascia a sociedade secreta que mais tarde se denominaria Maçonaria.

Assim estabelecia-se o templo da Gnose, a doutrina que ferrenhamente se oporá à doutrina do Cristo até o fim dos tempos...

Assim instituía-se a “Sinagoga de Satanás” (Ap 3:9), no dizer do próprio Jesus.

Após tantas demonstrações explícitas do poder e da misericórdia de Deus, o Evangelho (Mc 3,1-6) revela-nos claramente o único propósito dos "filhos das trevas":

"Assim que saíram, os fariseus reuniram-se com os partidários de Herodes para deliberar como haviam de matar Jesus".

Ninguém triunfa se apoiando em suas forças

A sinagoga de Satanás propõe a Gnose, o “conhecimento secreto”, a doutrina secreta, a auto-iluminação, o auto-conhecimento, desconsiderando assim o juízo do Deus Vivo:

Ninguém triunfa se apoiando em suas forças; os inimigos do Senhor serão vencidos” (Sl 2,10)

Como vemos, a “iluminação” proposta pela Gnose, pelo “conhecimento secreto”, que se popularizou através das doutrinas disseminadas atualmente pelo ocultismo / esoterismo / orientalismo / espiritualismo não provêm da luz de Deus, nem da luz do Cristo, que foi erguida ao mundo a partir do alqueire de Seu supremo sacrifício na cruz:

"Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas." (Jo 12:46). 

Conclusão

Ao levarmos em consideração todas essas coisas, tornam-se claras e revestidas de um significado bem mais abrangente essas palavras do Senhor:

"Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido. Pois o que dissestes às escuras será dito à luz; e o que falastes ao ouvido, nos quartos, será publicado de cima dos telhados" (Lc 12, 1-3).

Na verdade, dando disfarçada continuidade ao antigo rancor farisaico e herodiano contra o "Cordeiro de Deus", a Maçonaria se tornou mãe e irmã de todas as sociedades secretas contemporâneas. Sob sua inspiração, à sombra de seus templos de mistérios e doutrinas pagãs, o governo oculto do mundo elaborou, desenhou, sedimentou e disseminou a "nova era", cuja maior finalidade é eclipsar a figura de Jesus Cristo, a "Palavra encarnada" e urdir contra Seu Evangelho, Sua Igreja e Seus discípulos.

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Fontes de consulta:

1 -               A Virgem referia-se aos pedidos de graças de muitas pessoas que se dirigiam a Ela por intermédio dos pastorinhos.

2 -               Irmã Lúcia, op. cit,; pp. 337-343.

3 -             LAWRENCE, Jonas (James). DISSIPATION OF THE DARKNESS. History of the Origin of Masonry. A cópia em inglês que dispomos encontra-se em formato digital e foi obtida no website Higher Intellect em http://www.preterhuman.net/texts/religion.occult.new_age/
occult.conspiracy.and.related/Lawrence,%20Jonas%20-%20Dissipation%20of%20the%20Darkness-History%20of%20the%20Origin%20of%20Masonry.pdf – acesso em 03/10/07. O original é dedicado em honra e recordação de Samuel Lawrence, que determinou realizar a vontade de seus avós Jonas e Janet. Jonas James Lawrence morreu misteriosamente em 1825.

4 -               LAWRENCE, Jonas (James). op. cit.


Para citar este texto:

13 - A Gnose relativiza o mal como mera contraparte do bem até inverter-lhes o sentido 
Mensagens de Maria e a conspiração da "nova era"
http://mensagensdemaria.org/lo.php?codigo_artigo=13